terça-feira, 5 de abril de 2011

Não existe distancia…

Tu és o meu ser!
Nada nem ninguém nos pode separar!
Estou onde quero estar!
Vou onde quero ir!
Não interessa se o meu corpo físico,
Está limitado a um espaço…
Não sou prisioneira…
Deus dotou-me com capacidades
Para ultrapassar todos os obstáculos,
Só eu me posso limitar,
Tudo está ao meu alcance,
Porque tudo existe em mim.
É por esta razão que eu sinto a tua alma,
E tua alma, eleva a minha alma,
E a minha alma fica mais pura,
E mais pungente.

7 de Novembro de 1982 Olinda Ribeiro (Lili)

22 comentários:

Carlos Augusto disse...

Nem sempre estamos de acordo,
mas felizmente, Gosto sempre do que escreves, este poema é-me particularmente querido, pois melhor que ninguém sei as circunstancias em que foi escrito. E infelizmente recentemente passei pela mesma situação. Com muita amizade


Carlos Augusto



- (fico assim a saber que leste o comentário, onde utilizei frases deste poema)

Joana Fernandes disse...

Olinda, eu estou tão emocionada.
Este poema deixa-me a flutuar, e depois de o ler as saudades que sinto de quem está longe ficam mais suaves.

1 grande beijinho

Joana Fernandes

Maria Luísa Salgueiro disse...

Que bonito este poema.
Parece uma carta para a eternidade.
Interpreto que a Olinda está a dizer que a morte não existe, e que ficamos juntos para sempre.
Toca-me profundamente.


M. L. Salgueiro

Anónimo disse...

Minha sra
o que escreve aqui é muito profundo.
Vou passar a ter este poema como marcador nos livros que leio, para manter viva a emoção que senti.
Muito grato

Flávia Solero disse...

Menina me poupe, este aqui está demais, faz chorar pra caramba, meu
peito até está doendo com tanta belezura, me conforta de dores que parecem não querer partir.
beijo


Flávia Solero

Vasco de Sousa disse...

Cara poetiza, tenho eu também que lhe agradecer por ter tornado este espaço muito mais diversificado, e sobretudo mais rico.
Penso que ficaram a ganhar com isso todos os leitores, e eu, sem dúvida que também, pois os seus sonetos e poemas também me inspiram para fazer mais e melhor.
Um profundo obrigado da minha parte e espero que continue a enviar mais poemas, que muito aprecio.

Vasco de Sousa

Alberta Góis disse...

Ai Olindinha,
O meu coração está todo apertadinho.
Tem uma sensibilidade que transpira amor até entre o espaço das palavras.
Quem muito ama, também muito sofre, mas também tem muitas alegrias.

um beijinho grande grande grande!

Alberta Góis

Leonardo Brito disse...

Estimada Olinda,

Ao ler este poema de 1982, não posso sequer imaginar o que se passava consigo, sei sim é que É uma afirmação de amor intemporal.
Hoje tem tanta força como na época em
que o escreveu, a mulher de então é hoje muito mais forte, essa força está bem patente em tudo o que escreve.
Muito obrigado por partilhar com os seus leitores e admiradores essa força que chega até nós e também nos fortalece.


Leonardo Brito

Tereza Assis Macedo disse...

Cara amiga Olinda,
As lágrimas correm-me pelo rosto, o coração serena, a mente tranquiliza, inspiro profundamente e expiro todo o ar, abro os olhos, aprecio tudo em meu redor, Dou graças a Deus por tudo o que tenho, pela família, pelos amigos, colegas de trabalho, até por todos os desconhecidos, mas agradeço a Deus sobretudo a minha saúde e a de todos os meus. Acrescento um agradecimento muito especial, a sua poesia! Esta Poesia!
A minha gratidão perdurará pelo bem que a sua poesia me faz.

Um enorme abraço e um carinhoso beijinho


Tereza Assis Macedo

Antónia Matos Neves disse...

Olindinha,este poema com tamanha beleza e dedicação
só encontra par nessa dádiva que é amar. E a Olinda ama muito, pois de que outra forma poderia escrever como escreve?
Gostava de saber como retribuir o bem que me faz ler esta poesia.
Um beijo

Antónia Matos Neves

Jorge Cardoso Vasconcellos disse...

Sou homem e por vezes dou uma imagem de duro e distante, porém dou comigo com lágrimas a querem saltar-me dos olhos. Nem sempre apreciei poesia.
Mas hoje seria impensável passar sem ter poesia na minha vida, e agradeço á minha amiga que praticamente me forçou a ler os poemas vivos destes poetas maravilhosos.
Este poema entranhou-se no meu coração
e estou como o Vasco Sousa ganhei asas
e só me apetece voar.

Se me permite a ousadia, Abraço a Olinda com o abraço mais puro e dedicado que um ser humano pode sentir.

Paulo Sousa disse...

Boa tarde Olinda,

O dia está muito bonito.
Ao ler este voto de amor eterno, a nostalgia invade-me os pensamentos, e o meu coração bate mais lentamente.
Amar aparece fácil, na realidade é um
sentimento muito difícil de gerir.


Paulo Sousa

João disse...

Menina ou sra não sei bem, só sei que este poema está lindíssimo!


João

Alberta Góis disse...

Olindinha
Não me canso de ler esta poesia, já a comentei, mas mexe tanto comigo que não resisto a dizer outra vez o quanto é tão próxima de mim.
ADORO ADORO ADORO pronto já disse.

Alberta Góis


:::: sei que já perguntei uma vez, mas (sou curiosa por natureza) volto a perguntar, que idade tem?
Olindinha é mesmo só para me situar na sua poesia, é que dou comigo a fazer contas ... e não chego a conclusão nenhuma, a sério pensei que era trintona, mas com filhos e netos, a idade subiu, mas tenho dificuldade em visualizá-la, pois se
por um lado lhe vejo experiência de vida, por outro lado vejo-a com uma energia e vitalidade de menininha.

Anónimo disse...

Sra poetiza, este poema não tem rimas
mas tem muita emoção e muita categoria
fico todo arrepiadinho. Gosto muito é mito bom

Olinda Ribeiro disse...
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Zézinho disse...

que poesia mais bonita é esta estou muito emocionado muito obrigadinho por escrever coisas tão bonitas


Zézinho

Alberta Góis disse...

Muito obrigada Olindinha por satisfazer a minha curiosidade, voltei a ler tudo de novo e garanto que ainda fiquei mais surpreendida,
está no auge da vida no-meio do principio de tudo, onde tem muito para viver e mais ainda para dar, e agora a sua poesia ainda se tornou mais forte e muito mais interessante.
Obrigada pela humildade de reconhecer que ainda tem tudo a aprender, é uma lição que também preciso de aprender.

Um beijo cheio de amizade

Alberta Góis

Gil Alves Macedo disse...

Estimada Dª Olinda

Estou tão pertinho de si que sinto o odor de manhãs orvalhadas e pão acabadinho de cozer... porque como diz "não existe distancia" e noutro poema que " somos um só", então é assim que a visualizo. Muito gosto em estarmos juntos mesmo sem nunca nos termos visto, muito obrigado por me fazer sentir tão importante para si.
E também lhe agradeço porque este poema é a carta de amor mas intensa e apaixonada que já li.

Gil Alves Macedo

Olinda Ribeiro disse...

Tem toda a razão não existe distancia.
durante anos estive afastado da única mulher que amei e continuo a amar, e porque nunca desistimos um do outro, hoje estamos juntos e muito felizes.(apesar de ela estar na Austrália e eu
em Portugal durante 8 anos) só o grande amor que sentíamos é que nos ajudou a resistir a tudo. O tempo passa e já estamos casados há 10 maravilhosos anos.

Vasco Pimentel

Leonardo Brito disse...

Estimada Olinda,

Até parece que adivinha quando a dor nos invade e se apodera de todo o nosso ser.
Este soneto, tem para mim particular importância já que hoje partiu um amigo de longa data.

Leonardo Brito

Victor Gonçalves disse...

Querida e amada esposa
Com este poema finalizo as declarações de amor eterno que te faço, e renovo os votos que te fiz faz exactamente hoje 25 anos.
Sei que em conjunto com o presente que te comprei, esta é sem duvida a prenda que mais vais apreciar.
Amo-te
O teu dedicado maridinho

Victor Gonçalves